Posicionamento no Google dá resultado?

Ninguém discute mais a relevância do Google na vida das pessoas.

Qualquer dúvida, qualquer pergunta, qualquer questionamento agora pode ser resolvido com poucos cliques, na palma da mão, usando qualquer smartphone.

O Google é o amigo de qualquer usuário, e traz resultados rápidos que, na maioria das vezes, são confiáveis.

Só que quando entramos na esfera do marketing e dos negócios, muitas empresas ainda se mantém distantes do potencial que o buscador oferece para rentabilizar essas pesquisas.

Isso pode ocorrer tanto pela visão de que “internet é coisa de programador” ou “internet é coisa de gente jovem”, quanto pela percepção de que marketing bom é aquele old school, baseado em estratégias consolidadas e massificadas, tais como televisão, revista, rádio, panfletagem, dentre outros.

Mas a verdade é que quem já começou a se valer do poder do Google, já consegue gerar muito resultado e garantir muita receita através das visitas que a ferramenta traz.

Será que sua empresa não está perdendo oportunidades?

Aparecer no Google é importante para sua empresa?

Aparecer no Google é importante para sua empresa?

Vamos começar pelo início.

Muito provavelmente, os decisores da sua empresa (ou você mesmo), podem enxergar o Google como um grande banco de dados, que ajuda muito as pessoas a fazerem pesquisas, mas não necessariamente gera negócios.

Por que? Porque possivelmente você acredita em um dos mitos que citamos mais acima. Da “internet de gente jovem” ou de que sua empresa faz de outro jeito há muito tempo e funciona.

Mas simplifiquemos a questão. Vamos dizer que você tem uma loja de sorvete em um bairro qualquer.

Uma pessoa nova, que não conhece a região, chega para alguém que mora no bairro e pergunta: “onde tem um lugar para eu tomar um sorvete aqui?”

Claro, ela deveria indicar a sua loja. Afinal, trata-se da única sorveteria da região. E o que vai acontecer? O novato no bairro irá até seu estabelecimento e poderá virar um cliente.

A lógica do Google é a mesma. Alguém pergunta sobre algo relacionado ao seu produto no buscador. Se você estiver bem posicionado, o Google te oferece como resposta. Se não, você não é indicado para o potencial cliente.

E se você não é indicado, sua empresa acabou de perder uma venda.

Então, reflita aqui. Você quer que essas pessoas – que estão fazendo pesquisas no Google – encontrem o seu site ou não?

Se a resposta for sim, o posicionamento no Google é importante para sua empresa.

Por que as pessoas usam o Google?

Por que as pessoas usam o Google?

Como detalhamos, o que o maior buscador do mundo fez foi democratizar a busca por respostas. Só isso.

As pessoas não precisam mais usar páginas amarelas. Não têm necessidade de ligar para a avó, ou para aquele tio que conhece tudo. O Google tem tudo lá. Ele responde.

E esteja certo: a empresa de busca trabalhou duro para isso acontecer.

Observe que a interface do Google, depois de quase 20 anos, é praticamente a mesma. O buscador é provavelmente o site mais rápido que você pode acessar. E ele funciona em qualquer lugar: na televisão, no celular, no carro…

A missão do Google é ajudar as pessoas a encontrar informação. E a melhor forma de fazer isso é simplificar a busca, entregando assim resultados rápidos e satisfatórios.

E é por isso que as pessoas usam o Google. Porque ele resolve, combina conveniência com efetividade. E qual é a consequência disso tudo? As pessoas confiam nele.

Qual é o problema (ou oportunidade) para a sua empresa? Os usuários, as pessoas que buscam, confiam mais no intermediário do que em você.

Por que? Porque o Google quer ajudar. Ele dá a resposta que o usuário quer. A sua empresa não necessariamente. Já o seu negócio pode ser parcial. Puxar a sardinha para o seu produto.

Mas não se preocupe ainda. Sua empresa também pode pensar no consumidor, ajudá-lo e tirar suas dúvidas, como o Google faz.

Basta focar no usuário e entender seu comportamento.

Entendendo o comportamento do usuário

Quando uma pessoa realiza uma busca, nem sempre está buscando sobre comprar alguma coisa. Muitas vezes ela só quer uma informação rápida para acabar com uma discussão no boteco. Algo que vai achar na Wikipédia.

Mas para o nosso raciocínio aqui, vamos considerar o contexto comum onde o usuário tem uma dor, e ele vai fazer uma pesquisa relacionada a essa dor.

Nesse cenário, precisamos entender o conceito de jornada de compra, que é normalmente baseado em quatro etapas:

Aprendizado e descoberta

Essa é a primeira etapa da jornada.

Nessa etapa, o usuário tem uma dor, como por exemplo, falta de controle financeiro.

Só que ele não tem muita clareza e entendimento desse problema, e aqui normalmente a sua pesquisa será relacionada à tópicos topo de funil, ou seja, ele vai buscar entender mais sobre o seu problema.

Reconhecimento do problema

Na segunda etapa, a pessoa percebe e delimita que de fato ela tem um problema que precisa ser sanado.

No nosso exemplo, ela vai perceber que não sabe direito quanto dinheiro tem e que poderia estar economizando e rentabilizando seu capital.

Consideração da solução

Chegando mais próximo do fundo do funil, o usuário já limitou sua dor, e agora ele está levantando as opções de como se livrar desse incômodo.

Falando de controle financeiro, aqui ele provavelmente está avaliando alternativas de investimento, aplicativos de controle e coisas do gênero.

Decisão de compra

Aqui o usuário chega ao fundo do funil. Ao final da jornada.

Ele termina de mapear suas opções, avalia o custo benefício, discute com pessoas próximas e toma a sua decisão.

E o que isso tudo tem a ver com a busca no Google?

Muito simples. Dependendo da etapa da jornada onde o usuário está, ele fará buscas diferentes.
Ainda no nosso exemplo, veja como isso funcionaria:

EtapaPerguntaResposta desejada
Aprendizado e descobertadicas financeirassites com dicas financeiras
Reconhecimento do problemacomo controlar meu dinheirocomo economizar e rentabilizar o capital
Consideração da soluçãomelhores aplicações financeirastesouro direto, poupança, ações, etc
Decisão de comprahome broker onlineempresas de aplicação online

Ou seja, cada etapa da jornada pode trazer oportunidades variadas, onde você poderá iniciar um relacionamento com uma pessoa que poderá virar cliente no futuro, ou então sua empresa já poderá oferecer seu produto, caso a busca seja mais fundo de funil.

Mas vale lembrar: isso só vai acontecer se você tiver a melhor resposta. Porque se sua empresa não conseguir oferecer o melhor resultado, o Google não indicará seu site para quem está buscando.

Você tem a melhor resposta?

Você tem a melhor resposta?

Como já vimos, o Google tem seu foco todo centrado no usuário.

Ele vai sacrificar sua interface, sua estrutura, sua equipe e o que mais for necessário para ajudar quem está buscando a encontrar a melhor resposta.

E você pode estar pensando: isso faz do Google o grande inimigo das empresas, certo? Afinal, ele não quer ser parcial. Ele quer que quem busca tenha o melhor resultado. O buscador não vai ajudar as empresas.

Mas não é bem assim, devido a uma questão muito simples: o Google não tem as respostas. O que ele faz, na realidade, é indicar as respostas.

Ou seja, a ferramenta de busca precisa de conteúdo. Precisa de empresas e pessoas que construam as respostas. Façam textos, vídeos, infográficos, sites e blogs.

Então, o Google também precisa das empresas. Precisa que elas façam conteúdo instrutivo, educativo, baseado na jornada de compra. E é aqui que entra a grande oportunidade (e desafio).

Oportunidade e desafio

Oportunidade e desafio

Sim, o Google precisa do seu conteúdo. Precisa do seu site. Precisa de você.

Mas ele tem uma reputação a zelar.

A empresa do Vale do Silício gastou anos para conquistar a confiança das pessoas, e ela fez isso entregando as melhores respostas.

O que isso quer dizer é que o Google não vai entregar qualquer resultado para o usuário, ele vai entregar a melhor resposta.

Ou seja, não adianta você criar um site e colocar lá um texto de duas linhas sobre aplicações financeiras (usando o nosso exemplo).

Você vai precisar criar um texto robusto, enriquecido com imagens, vídeos, e no final das contas, vai precisar responder o que a pessoa perguntou. De forma completa.

Se sua empresa conseguir produzir esse conteúdo, aí sim o Google pode indicar seu site. Mas não é só isso.

Além do conteúdo, você ainda vai precisar se preocupar com mais duas coisas:

  • experiência: basicamente a performance do seu site. Ele é rápido? Visualmente agradável? Fácil de navegar? Funciona be m no celular? Feito profissionalmente?
  • autoridade: outras pessoas e sites já recomendaram seu conteúdo? Quantos links na internet existem apontando para esse texto que você fez? Você divulgou para conquistar esses links?

Por isso estamos falando de um desafio.

Porque você vai precisar atacar esses três pontos (conteúdo de qualidade, site bem feito e links externos) e ainda vai precisar ser melhor que a concorrência, que certamente já percebeu esse cenário e também está se movimentando a respeito.

Mas o que interessa mesmo aqui é a oportunidade de convencer o Google que você é digno. E, com isso, ficar bem posicionado no Google e trazer pessoas para o seu site.

O que o Google te entrega

O que o Google te entrega

Bom, então sua empresa foi lá e começou a investir nos três pontos. Fez um site bacana, rápido e fácil de navegar. Produziu conteúdo robusto e conquistou links externos.

E o mais importante: fez isso pensando no longo prazo. Mantendo a consistência e medindo mês a mês. O que isso vai te gerar? O que o Google vai te entregar?

Muito simples: visitas. No seu site.

Ou seja, em uma analogia simples: sua empresa vai conseguir que alguém com uma reputação altíssima indique a sua “loja” (que é o seu site). E aí a sua loja vai ficar cheia de gente buscando por respostas, querendo entender mais sobre suas dores e sobre as potenciais soluções.

“Mas loja cheia não é garantia de vendas.”

Isso é verdade. Mas calma lá. Qual foi um dos pilares que falamos no começo? Um bom site. Fácil de navegar, com respostas robustas e claras.

Como isso se aplica à nossa analogia? Uma boa loja. Clara, limpa, com vitrine bem feita, com produtos bem expostos. Com vendedores solícitos.

Em uma loja assim, se a pessoa que entrou lá tem perfil para comprar, ela sai sem uma sacola? Não sai.

É o mesmo princípio do seu site.

Se você está trazendo as pessoas que fazem as perguntas certas, mas elas entram no seu canal e não fazem nada (não preenchem formulário, não ligam, não navegam), então seu site está errado. Volte ao princípio e comece de novo.

Agora, se sua empresa tem um site vendedor, o Google vai trazer as visitas. E elas vão virar vendas, porque você tem as respostas. E o Google quer ajudar quem o ajuda, quem responde às dúvidas de quem busca.

Potencial de resultados

Potencial de resultados

E agora você pode estar pensando: “ok, mas quanto vale isso tudo? Qual o potencial em reais? Cascalho? Bufunfa?”

Isso, claro, vai depender do seu segmento, do seu ticket médio e do comportamento do usuário.

Mas, para não ficarmos na teoria, vamos pegar um exemplo para trazemos alguns números.

Vamos considerar uma Pet Shop, que tem operação nacional, e poderia ser uma rede de franquias ou uma loja online.

TermoVisualizações
no Google
Visitas
no site
Taxa de
conversão do site
VendasTicket
Médio
Receita
pet shop550.00055.00010%5.500R$ 100,00R$ 550.000,00


Dados do Keyword Planner do Google

Uma legenda rápida, para não ficar confuso:

  • termo: qual o termo de pesquisa o usuário digita no Google
  • visualizações no Google: estimativa de quantas vezes o seu site apareceria no Google para essa busca.
  • visitas no site: estimativa de quantos acessos você teria no Google, assumindo que seu site estaria bem posicionado.
  • taxa de conversão do site: qual a porcentagem de usuários que acessam e compram.
  • vendas: razão das visitas vezes a taxa de conversão.
  • ticket médio: valor estimado de uma venda.
  • receita: multiplicação do ticket médio pelo total de vendas.

Claro, claro, essa análise é bem subjetiva, devido a alguns fatores:

  • normalmente um site ranqueia para mais de um termo (então o volume de visualizações acaba sendo maior)
  • o volume de visitas irá depender da qualidade do resultado e da posição no Google
  • a taxa de conversão depende da qualidade do site

Em todo caso, subjetiva ou não, essa análise é necessária, já que, inevitavelmente, sua empresa irá comparar investimentos.

Ou seja, quanto valeria a pena investir em posicionamento no Google? Considerando o resultado em potencial? Essa análise irá trazer um parâmetro, e ajudará a balizar essa decisão.

Considerando o investimento

Considerando o investimento

Certamente, se você já não estava convencido, acredito que agora já é possível visualizar porque é importante investir em posicionamento no Google.

E, principalmente, porque esse posicionamento dá resultado.

Agora, claro, vem o problema real: como encaixar esse investimento no seu plano de marketing e como abordar isso de forma tática.

Na prática, como você deve saber, estamos falando de SEO (Search Engine Optimization). Ou seja, do conjunto de táticas e estratégias para posicionar sua empresa bem no Google.

Como já falamos um pouco aqui, o trabalho de SEO se resume a três frentes táticas:

  • otimização do seu site
  • produção de conteúdo
  • conquista de links externos

O grande ponto que é necessário observar ao começar o investimento em SEO, é que ele não pode ser encarado de forma pontual, nem de curto prazo.

É importante entender que estamos falando de um trabalho baseado em autoridade. Ou seja, em convencer o Google que sua empresa tem as respostas, para ele posicionar bem seu site e então as visitas acontecerem para gerar vendas.

E isso não acontece rapidamente. Sua empresa vai precisar investir constantemente, todos os meses, todos os anos, sem parar. Manter as três frentes táticas ativas, mensalmente.

Mas como garantir o resultado? Basta criar indicadores. Acompanhe o volume de visitas. Como o tráfego do seu site está crescendo. Mas, acima de tudo, tenha calma. O resultado virá.

Aqui na Flammo, nossos cases de SEO normalmente atingem seu pico em 12 meses (e continuam crescendo depois disso).

Então, se você não pode se comprometer com o longo prazo, não é hora de fazer SEO.

Mas, se sua empresa quer pegar carona na autoridade que o Google tem, você está perdendo tempo.

A hora é começar é ontem. Saia na frente.

CTA Prejuízo de Não Estar no Google

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