Site sumiu do Google? 5 razões mais comuns

Site sumiu do Google? 5 razões mais comuns

Você, seu negócio e sua empresa já tem um site. Provavelmente há vários anos. E de repente, sem nenhuma explicação ou aviso, ele sumiu do Google.

Esse é o tipo de situação que recebemos todos os meses aqui na agência.

Empresas que nunca fizeram SEO ativo, mas que recebiam uma quantidade razoável de acessos orgânicos e sempre contaram com isso para gerar vendas.

E de repente, todos esses acessos e vendas foram embora.

Como provavelmente o seu negócio ainda não tem um trabalho ativo de SEO, vamos explicar de forma simples porque isso acontece, e dar algumas dicas de como resolver.

Entenda agora porque as suas páginas foram retiradas da busca.

Razão 1: Você ficou acomodado

Razão 1: Você ficou acomodado

“Não tem mais bobo na internet.”

Se você acompanha futebol, provavelmente já ouviu a expressão acima, mas citando o “futebol” no lugar de “internet”.

Basicamente, esse ditado faz referência ao fato de que, depois da globalização, acesso à tecnologia e massificação do conhecimento, não importa se você é a seleção de futebol da Inglaterra ou da Tunísia.

Ambas têm à disposição o mesmo conhecimento e então, por mais que uma delas não tenha tradição ou títulos, quando se entra em campo, elas jogam de igual para igual.

É bem por aí o que está acontecendo no ambiente digital. E que fez o seu site sumir do Google.

Os seus concorrentes, grandes ou pequenos, estudaram o Google. Entenderam como fazer bons sites e bons conteúdos. E colocaram isso na prática.

E você fez o que? Deixou o site como estava. Achou que a sua posição no Google e o seu tráfego orgânico nunca seriam ameaçados.

Perder posições x sumir do Google

Sim, eu sei. São coisas diferentes.

O que estamos falando é que alguém entrou na sua frente por ser melhor. Isso não quer dizer que o seu site sumiu da pesquisa.

Mas uma coisa leva à outra.

Se sua empresa nunca melhorou o site, em nenhum sentido, e em paralelo outras companhias estão ativamente melhorando seus canais e seus conteúdos, qual a tendência?

O Google vai perceber que você não está nem aí. E quando as suas respostas caírem para a segunda, terceira, décima página, ele vai captar os sinais.

Você não merece. Não é digno. Então não vou oferecer seu conteúdo para quem está usando a busca.

Razão 2: O Google melhorou os critérios

Razão 2: O Google melhorou os critérios

Goste ou não, muitos dessas empresas que desapareceram dos resultados de busca não apareciam porque tinham bons sites.

Elas apareciam porque se aproveitavam de falhas no Google.

Bom, não falhas, mas subjetividades. Basicamente, o fato do buscador ser um robô e não conseguir avaliar seu site como um ser humano.

Dentre essas subjetividades, as mais comuns eram:

  • repetição do termo de busca na página, mas sem responder a pergunta;
  • site lento;
  • site difícil de navegar;
  • site não responsivo;
  • site sem uso de melhores práticas.

Hoje o Google evoluiu. E já consegue olhar para essas variáveis e saber se o seu canal é bom ou ruim.

Vamos entender com calma.

Repetição do termo de busca na página, mas sem responder a pergunta

O funcionamento do Google é bem simples.

Ele tem um robô que sai pela internet rastreando e catalogando páginas

Depois ele associa essas páginas a termos de busca, ordena de acordo com a qualidade das páginas e coloca tudo em um índice.

Quando você faz uma busca, o que acontece? A ferramenta de busca procura no índice qual a melhor resposta para a sua pergunta.

A melhor resposta.

E, 20 anos atrás, o robô do buscador era bem limitado em entender o que é uma “melhor resposta”.

Basicamente, ele procura pela quantidade de vezes que a sua pergunta aparecia em uma página. Faz sentido né?

Bom, mais ou menos.

Só repetir uma palavra-chave trocentas vezes em um conteúdo não é garantia de um bom conteúdo.

Então, o Google começou a evoluir.

E hoje, com melhorias no algoritmo como o Panda, Hummingbird e outros, ele tem bastante propriedade para saber se o seu site tem uma boa resposta ou não.

E aí, se você não melhorou esse conteúdo nos últimos 5 anos, provavelmente ele não é mais considerado pelo buscador com uma boa resposta.

Site lento

Se você tem mais de 30 anos, deve ter visto a época da internet discada.

Muita gente pensa que, devido à lentidão e custo da navegação online 10-15 anos atrás, os sites deveriam ser rápidos.

Mas não eram. Por uma razão muito simples.

Os usuários esperavam.

Eles tinham paciência. Já contavam que tudo era lento. Que demorava 1 hora para baixar uma música de 5 minutos. (streaming? Nem pensar!)

Então, ter um site pesado, mal otimizado para carregamento não era problema para o Google.

Mas hoje é.

Hoje as pessoas não tem mais paciência.

Elas pagam pacote de dados no celular. Elas fazem streaming de vídeos, de música. Elas querem tudo de imediato.

E o gigante das buscas então não pode, nesse cenário, ficar oferecendo sites lentos.

E o seu canal, que era lento mas era bom, agora fica de fora da busca.

Site difícil de navegar

Mesma lógica acima. Falta de paciência.

Antigamente, nós não ligávamos de fuçar um site por minutos até achar uma resposta, um telefone, um conteúdo.

Agora, não mais. Ou você me dá o que quero em segundos, ou eu saio e volto para o Google olhar outra opção.

E, surpresa, a ferramenta de busca também capta esses sinais.

E aqui, nada diferente da velocidade. Ou sua empresa facilita para o lado do usuário, ou ela não merece ser listada entre os primeiros.

Site não responsivo

A responsividade se refere aos sites “adaptáveis”.

Aqueles que funcionam tanto no computador, quanto no celular, quanto no tablet.

E aí vamos ser redundantes. Facilidade para quem navega. Rapidez, objetividade, simplicidade.

Estou pagando pacote de dados. Estou no ônibus. Estou na fila do supermercado. Eu quero mexer no celular com uma mão só.

Não me faça fazer pinça para dar zoom no seu site. Eu não vou fazer. Vou procurar outro site.

E provavelmente, vou ficar irritado com o Google porque ele me indicou o seu site como resultado.

O gigante das buscas vai correr esse risco por você? Certamente que não.

Site sem uso de melhores práticas

Se você der uma fuçada aqui no nosso blog, vai encontrar alguns artigos mais técnicos em relação à como otimizar e /ou produzir um conteúdo.

A premissa básica é que os seus textos precisam agradar tanto ao robô de busca quanto ao usuário.

E agradar o usuário é ter uma boa resposta.

Mas agradar o buscador é seguir uma série de melhores práticas:

  • usar uma tag de título (H1);
  • usar o título da página (title);
  • preencher a meta tag description;
  • ter uma url (endereço da página) amigável e legível;
  • dentre vários outros.

Independente do tecnicismo, tudo que isso acima faz é ajudar o robô entender o seu conteúdo.

Do que a sua página está falando. Quais os tópicos de discussão. Se a resposta está completa. Se a resposta é fácil de ler.

Antigamente, não era preciso se preocupar com isso, porque ninguém se preocupava.

Mas hoje, o seu concorrente está se preocupando. E quando você não está, ele passa na sua frente.

O Google vai continuar melhorando

Não se engane. Esses só são alguns pontos.

Não espere ajuda do Google. O foco dele é quem busca. O usuário.

Mas veja como a solução é simples.

Basta você, a sua empresa também focarem no usuário. No seu potencial cliente. Em quem tem interesse no seu produto.

Fazendo isso, você evita de sumir do Google.

Razão 3: Você mudou o site

Razão 3: Você mudou o site

Esse problema é mais técnico, e não costuma acontecer com as empresas acomodadas.

Mas ele acontece com quem olha para o site como uma vitrine. Ou, sendo mais grosseiro, um quadro na recepção.

Essas são as empresas que querem mudar o seu canal por acharem ele “feio”, “pouco dinâmico”, “sem movimento”, “pior que a concorrência”, e outros mais.

Todos motivos relacionados à uma percepção comumente estética, associada ao que a diretoria, o CEO e outros que mandam querem.

Mas nada relacionado ao seu público. Ao que ele busca. Ao que ele quer.

Claro, nada disso faz seu site sumir do Google.

Mas essa é raiz do problema. Não olhar para o seu site como um ativo. Um canal de captação de pessoas. Um conjunto de páginas com potencial de aparecer na primeira posição do Google.

E aí sua empresa contrata alguém para fazer um novo site.

E aqui acontecem duas situações comuns que te tiram da busca sem deixar rastros:

  • o novo site parece melhor, mas é pior;
  • o novo site tem erros técnicos.

O novo site parece melhor, mas é pior

Você não é técnico. Não sabe olhar para um site e ver códigos.

Não sabe se uma informação disposta nas suas páginas é composta por imagens (que o Google não consegue ler) ou textos (que o Google consegue ler).

Mas alguém precisa saber fazer isso certo? No caso, a empresa ou profissional que você contratou para fazer o site.

E aí, infelizmente, a empresa também não é técnica. Ela é criativa. E vai fazer um site bonito:

  • imagens grandes;
  • animações;
  • pouco texto;
  • navegação conceitual;
  • campanha da empresa.

À primeira vista, o seu novo site vai parecer melhor.

Mais colorido, mais vistoso, mais animado.

Mas aqui é preciso ser bem claro.

Nada disso é o mais importante para o seu público (e para o Google).

O mais importante é a informação. O conteúdo.

E o seu site anterior, que era feio, provavelmente tinha esse conteúdo.

Agora, você priorizou o visual, o conceitual e as cores, e suprimiu as respostas.

Então, não se engane. Seu site piorou. Ele não é um comercial. Função antes de forma. Resposta antes de floreios. Entregue o que o usuário quer.

Um site bonito e conceitual é um bônus. Sem informação, sem conteúdo, ele não vale nada.

O novo site tem erros técnicos

Essa situação normalmente é menos pior, porque é mais fácil de resolver.

Aqui estamos falando da situação onde existem problemas no código do seu site.

Na verdade, não problemas, mas diretrizes informando ao Google para não mostrar as suas páginas na busca.

Embora o problema possa ser mais complexo, normalmente ele passa por duas razões principais:

  • bloqueio de indexação (meta name=”robots” content=”noindex,follow”);
  • bloqueio de rastreamento (disallow).

O bloqueio de indexação envolve ter uma linha de código nas páginas do seu site informando ao Google para não exibir o site na ferramenta de busca.

Para ver se isso está ocorrendo, primeiro jogue o operador abaixo no Google:

  • site:nomedoseusite.com.br

Exemplo com o nosso site:

Exemplo - site indexado

Exemplo com um site não indexado:

Exemplo - site não indexado

Agora, entre em uma página que você acredita que não está no Google e siga os passos:

  • digite CTRL+U para abrir o código-fonte do site;
  • digite CTRL+F para pesquisar no código;
  • busque por “noindex”.

Se o site estiver com a diretriz de não indexar, você verá o resultado abaixo:

Exemplo - meta name robots noindex

Como resolver? Chame quem fez o site e peça para tirar essa diretriz de todas as páginas do site.

Agora, para verificar a rastreabilidade, busque pelo arquivo robots.txt do seu site.

Para isso, basta digitar www.nomedoseusite.com.br/robots.txt

Exemplo:

Exemplo - robots.txt

O comando “disallow” informa ao Google para não rastrear um determinado diretório do seu site.

Se ele estiver associado a um diretório que precisa aparecer na busca, então é necessário remover esse comando.

Como fazer isso? Chame o desenvolvedor e peça para ele corrigir.

Cuidado ao mudar o site

Na prática, vários problemas podem ocorrer quando você muda o seu site.

É como mudar uma loja de lugar.

O endereço vai ser diferente. A disposição das prateleiras e produtos vai mudar, os vendedores não serão os mesmos e por aí vai.

Se isso não for bem planejado, ninguém mais vai achar sua loja. E suas vendas vão embora.

Então, ao iniciar o processo de criar um novo site, sente com a empresa ou profissional e busque entender como ela pretende fazer para garantir que os resultados que você já tem via busca do Google não serão afetados.

Razão 4: Você violou as regras

Razão 4: Você violou as regras

Vamos entender uma coisa.

O Google é uma ferramenta feita para ajudar pessoas a encontrarem respostas.

E ele faz isso buscando conteúdos em diversas páginas ao redor do mundo.

Ou seja, ele oferece o seu conteúdo para quem busca. E, em troca, ele entrega acessos para o seu site.

Um acordo bacana, certo?

Mas todo acordo tem condições. E com o gigante das buscas não é diferente.

Diante disso, o Google tem uma página onde ele detalha as suas diretrizes de qualidade.

E nela ele deixa muito claro quais são as práticas que você não pode seguir. Se sua empresa insistir, o buscador se reserva ao direito de tirar seu site do índice.

Em resumo, essas práticas todas se relacionam com enganar o usuário (e o Google).

O que é destacado no link acima:

  • criar conteúdo para o usuário, não para o Google;
  • não enganar os usuários;
  • tenha um site e conteúdo de qualidade;
  • não tente se aproveitar das brechas do Google para ranquear melhor.

Parece bem tranquilo, não é?

Mas muita gente quer resultado rápido. Atalhos. Hacks. Macetes.

E sim, eles existem. Mas não são sustentáveis.

E, pior, podem atrair a situação mais grave possível em termos do seu site sumir do Google.

Ação manual do Google (ou automática)

Esse é o contexto onde o Google, de forma automática ou não, identificou que as suas páginas quebraram as regras.

Eu prefiro acreditar que sua empresa não é mal intencionada. Então, isso pode ter acontecido porque os profissionais que você contratou se valeram de brechas ou houve violações não intencionais.

Em todo caso, esse é o pior cenário.

Você foi pego. E agora, o Google tem todo direito de te tirar da busca.

Como corrigir isso? Vamos falar mais para o final do texto.

Como evitar isso? Primeiro, leia as diretrizes citadas acima.

Segundo, foque no seu usuário. Esqueça os macetes e o algoritmo por um momento.

Tente ser útil, diferenciado e entregar uma boa experiência.

Seguindo essas premissas, dificilmente você terá problemas com punições do gigante das buscas.

Razão 5: Seu site e conteúdo são ruins

Razão 5: Seu site e conteúdo são ruins

Acho que agora isso já ficou bem óbvio.

O ponto chave aqui é que o site e conteúdo não deve ser bom para você. Nem para sua empresa ou para a diretoria.

Eles devem ser bons para o seu público. Quem busca pelas respostas que você tem. Quem compra. Quem te dá dinheiro.

E, como falamos aqui, provavelmente há alguns anos o seu site e conteúdo limitados eram suficientes.

Haviam poucas opções. Poucos concorrentes. Pouca produção de conteúdo. Muita paciência por parte dos usuários. Pouco conhecimento de SEO disponível.

Agora não mais.

Agora não tem como ficar no Google com um canal defasado. Páginas ruins, lentas e que não geram valor.

Então, desapegue um pouco e olhe para o seu site:

Pode ser que você tenha que tomar a decisão drástica. Fazer um novo site.

Sim, vai gastar dinheiro. E tempo.

Mas quanto dinheiro você irá perder se deixar as coisas como estão? Sumir cada vez mais da busca?

Confira se o site sumiu mesmo do Google

Antes de entrar em pânico, é importante deixar claro:

  • perder tráfego é diferente de sumir do Google.

A perda de tráfego pode ocorrer por várias outras razões:

  • seu conteúdo perdeu relevância;
  • outros sites entraram na sua frente;
  • as pessoas pararam de pesquisar sobre o assunto;
  • o Google desvalorizou o seu conteúdo.

Ou seja, o seu site ainda está na busca. Ele só provavelmente só não está mais na primeira página.

Se a sua suspeita é específica em relação a uma página, use o operador que citamos.

Por exemplo:

  • site:flammo.com.br/blog/melhor-ferramenta-seo/
Exemplo - página está no Google

No caso acima, nada de pânico. O conteúdo está sim no Google.

Agora, se considerarmos que temos a página abaixo:

  • site:flammo.com.br/blog/redes-sociais
Exemplo - página não está no Google

Ela não está no Google. Então, se ela é importante para nós, precisamos corrigir isso.

Agora, repita o processo para suas páginas mais importantes.

Se você ver a última tela acima, é necessário corrigir esse cenário.

Use a ferramenta do Google para analisar o problema

Você já viu o spoiler deste tópico nos slides acima.

“Teste o Google Search Console”.

Essa é a ferramenta do Google para você acompanhar como o seu site está se saindo na busca orgânica.

Se o seu objetivo é continuar aparecendo, e, principalmente, medir os resultados vindos da pesquisa, o Search Console é indispensável.

Para quem quer entender mais a fundo sobre a ferramenta, temos um texto aqui no blog explorando as suas principais funcionalidades.

Aqui, porém, vamos nos ater à análise dos possíveis problemas de não exibição no Google.

Criando o Google Search Console

Pode ser que você precise do apoio do seu desenvolvedor para configurar a ferramenta.

Acessa lá e siga os passos. Não tem muito segredo.

Depois de tudo configurado, você conseguirá ter acesso à interface principal:

Google Search Console - interface principal

Agora, vamos olhar como analisar se as suas páginas desapareceram da busca.

Ações manuais

No menu da esquerda, você consegue ter acesso à essa funcionalidade:

Menu - ações manuais

Como falamos, acho menos provável que sua empresa tenha sido mal intencionada.

Então provavelmente você verá a tela abaixo:

Ações manuais - avaliação Search Console

Agora, se você estiver vendo algo diferente, possivelmente com um “x” vermelho, então existe um problema em curso.

Siga as instruções da tela para buscar mais informações sobre a punição e tentar resolvê-la junto ao Google.

Inspecionar URL (indexada)

Aqui é onde você irá analisar cada página do site para ver se ela sumiu ou não do Google e porque.

Esse recurso fica lá em cima, do lado do nome da ferramenta:

Google Search Console - inspecionar URL

O que você tem que fazer é pegar o endereço da sua página e jogar nesse campo.

Por exemplo:

  • https://flammo.com.br/blog/orcamento-seo/

Se estiver tudo maravilhoso, você verá a tela abaixo:

Inspecionar URL - URL está no Google

Se você quiser detalhes da indexação, clique em “Cobertura” para ver mais informações:

Informações de cobertura - URL está indexada

Note que, na tela acima você tem o feedback claro do Google sobre o status da sua página:

  • rastreamento permitido (ou não);
  • indexação permitida (ou não);
  • data do último rastreamento;
  • dentre outros.

Inspecionar URL (não indexada)

Vamos agora testar a nossa url fictícia, que, obviamente, não está no Google:

  • https://flammo.com.br/blog/redes-sociais

Resultado completo:

Inspecionar URL - URL não está no Google

Nesse caso, a página nunca esteve no Google, então não conseguimos ter informações do porquê da não indexação.

No seu caso, se era uma página que estava na busca antes, possivelmente você terá informações da razão da não indexação.

Agora, chame o seu desenvolvedor, corrija os problemas e clique em “Solicitar indexação”.

Se estiver tudo corrigido, aguarde alguns dias e a sua página estará de volta à busca.

Tenha um bom site e bom conteúdo. Ou suma do Google.

Tenha um bom site e bom conteúdo. Ou suma do Google.

O meu grande receio aqui é você seguir os passos do tópico anterior e tentar “forçar a indexação”.

Ou ainda, ficar irritado com o Google e querer exigir (sabe se lá como) que ele mostre os seus resultados.

Tentamos balancear durante o texto a parte mais teórica (razões da sumida) e mais prática (como diagnosticar e corrigir).

Mas o que precisa ficar de dever de casa para você e para a sua empresa é focar no usuário.

E mais importante do que qualquer coisa:

  • entregar valor.

Ninguém está no topo por acaso. Pode ter sorte envolvida. Dinheiro envolvido. Mas ninguém fica lá só por isso.

Pense em empresas, atores, atrizes, profissionais do esporte, cientistas, etc, etc.

Eles chegaram lá depois de anos de dedicação e trabalho duro.

Eles investiram e gastaram energia para serem os melhores. E agora estão no topo.

O ponto aqui é: se sua empresa quer estar no topo do Google, precisa de um bom site e bom conteúdo. Só isso.

Sendo mais explícito:

  • site rápido;
  • site responsivo;
  • site que responde o usuário;
  • site objetivo.

Fácil? Não. Mas é simples.

Voltou para o Google? Vamos melhorar o site agora?

Agora que suas páginas estão de volta à busca, é hora de fazer frente à sua concorrência e buscar entregar o valor que tanto citamos.

Para isso, que tal ver 8 formas de melhorar o seu site?

E não deixa de comentar aí abaixo!

CTA Prejuízo de Não Estar no Google
Postado em SEO

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Receba uma cotação sem compromisso.
Respondemos em até 2 horas úteis.

Faça uma busca