Qual a melhor ferramenta de SEO?

Ferramentas de qualquer natureza existem para facilitar nosso trabalho.

Seja no marketing digital, seja na construção civil ou na medicina, acessórios adequados e bem pensados agilizam qualquer execução e potencializam o resultado.

Diante disso, se a sua empresa recentemente começou a se preocupar com SEO e com gerar resultados através da sua posição orgânica, provavelmente você está correndo atrás de ferramentas.

No entanto, você certamente sabe que de nada adianta uma ferramenta novinha, lustrosa e chamativa se quem a opera não sabe o que está fazendo.

E, quando falamos de uma empresa ainda começando com SEO, isso é ainda mais importante.

Fato é que um dos maiores equívocos que você pode cometer é contratar um bocado de softwares e achar que eles irão colocar seu site no topo do Google.

Não funciona assim.

Sendo assim, vamos falar um pouco da ferramenta mais importante de SEO que sua empresa precisa considerar, além de algumas menções adicionais.

Seu site precisa de ferramentas?

Seu site precisa de ferramentas?

“Como assim?” Você pode estar pensando. “Claro que ele precisa!”

Calma lá. Lembremos que ferramentas tem um propósito. Elas existem para resolver problemas.

E eu poderia especular que a chance do seu site ter problemas mais graves do que a simples contratação de uma ferramenta é bem grande.

Considere a seguinte analogia.

Vamos dizer que você quer pendurar um quadro na parede. Coisa bem simples.

Será necessário um martelo para colocar o prego na parede e depois posicionar seu quadro.

Ou seja, basta comprar o martelo, certo? Bom, talvez.

Pode ser que a sua casa não tenha paredes. Ou que elas não aceitem pregos. Ou que as paredes sejam de drywall.

O que estamos dizendo é que o martelo não vai resolver nenhuma dessas situações.

E sim, se você quer chegar no resultado esperado (pendurar o quadro), será necessário primeiro corrigir esses problemas.

E o que isso tem a ver com o seu site? Muito simples.

Ferramentas não corrigem site e conteúdo ruins

Algumas ferramentas de SEO podem trazer promessas diversas:

  • “mais ranqueamento”;
  • “site otimizado”;
  • “mais tráfego”;
  • “mais leads”.

E, como você verá aqui, a maioria delas te diz o que fazer, mas não faz nada para o seu site.

Ainda assim, nenhum software ou SaaS de marketing digital no mundo irá resolver algumas questões críticas:

  • seu site conversa com o seu público?
  • a linguagem é adequada para o mesmo?
  • existe geração de valor? Sua empresa aborda as dores das pessoas e oferece soluções?
  • o conteúdo do site é robusto, diferenciado e único?
  • seu site é razoavelmente bom? Funciona no celular? É rápido? A navegação faz sentido?

Ou seja, no fim das contas, se as suas paredes não aguentam marteladas, de nada adianta comprar um martelo.

Resolva primeiro a estrutura da sua casa.

E, no nosso caso, melhore o seu site e o seu conteúdo. E só depois comece a se preocupar com ferramentas.

Ferramentas de SEO não fazem mágica

Ferramentas de SEO não fazem mágica

No âmbito de marketing digital, existem sim dispositivos que otimizam nosso trabalho.

Normalmente isso passa por facilitar rotinas. Reduzir o trabalho braçal e simplificar execuções.

Isso é comum em algumas frentes de atuação online:

  • automação de emails;
  • lead scoring;
  • chat bots;
  • machine learning;
  • dentre outros.

Muito embora a regra de quem opera a ferramenta seja imperativa, essas rotinas sim, fazem parte do trabalho por nós.

Mas e o SEO? Bom, aí a coisa é um pouco mais complicada.

Rotinas de um projeto de SEO

Se você teve a oportunidade de entender a metodologia dos 3 pilares de SEO, já foi possível perceber que um projeto de busca orgânica precisa atuar constantemente nessas 3 execuções:

  • otimização do site;
  • gestão de conteúdo;
  • conquista de backlinks.

E cada um dos pilares precisa ser atacado de forma recorrente para atingir resultados duradouros.

Otimização de site:

  • adequação do código;
  • melhoria de velocidade;
  • melhoria de responsividade;
  • otimização de indexação;
  • otimização de rastreabilidade.

Gestão de conteúdo:

  • planejamento de conteúdo;
  • produção de conteúdo;
  • otimização de conteúdo.

Conquista de backlinks:

  • revisão de backlinks;
  • aquisição de backlinks (link building).

Tudo isso acima são execuções. Mão na massa.

Usando a analogia, é o ato de martelar o prego. Não é o martelo em si.

E as ferramentas de SEO martelam o prego para nós? Ou seja, otimizam o site, produzem conteúdo e conquistam backlinks?

O que ferramentas de SEO fazem

Praticamente todos os softwares que você irá encontrar por aí seguem duas funções:

  • auditoria;
  • monitoramento.

Em auditoria, elas basicamente avaliam os seus 3 pilares e te falam o que está bom, ruim e o que precisa ser corrigido.

Em monitoramento, os dispositivos irão te ajudar a acompanhar seus resultados.

A medir indicadores de busca orgânica, tais como:

  • ranking;
  • tráfego orgânico;
  • impressões;
  • CTR;
  • cliques;
  • dentre outros.

Isso tudo é importante? Certamente que sim.

Mas, como falamos, nada disso adianta se as suas páginas e seus conteúdos não têm qualidade.

E existe ainda outro ponto que deve redobrar a sua atenção em relação a soluções de auditoria e monitoramento de SEO.

As ferramentas entregam estimativas, não certezas

Já falamos aqui para você se preocupar menos com o algoritmo do Google.

Agora, se sua empresa oferece uma solução para SEO, tal qual SEMRush ou Ahrefs, é necessário mostrar o resultado dos sites no Google não é?

Afinal, se reduzirmos o trabalho de posicionamento na busca ao Google (e no Brasil, isso faz sentido), o que vamos esperar de uma ferramenta de SEO?

  • como o Google vê minhas páginas e o meu conteúdo;
  • como fazer para aparecer em primeiro;
  • qual a posição dos meus textos na busca;
  • como o buscador classifica meu site;
  • o que devo fazer para melhorar;
  • dentre outros.

Pensemos então: como oferecer todos esses insights? A minha ferramenta precisaria ter acesso ao Google, certo? Ao seu algoritmo, às suas regras?

E isso acontece? O Google abre sua caixa preta para os provedores de SEO?

De jeito nenhum.

Se assim fosse, isso traria problemas de credibilidade ao gigante das buscas. Sem falar nas pessoas que ficariam buscando brechas no sistema de busca.

Então como fazem as ferramentas? Elas estimam.

Eles especulam como o robô do Google funciona e entregam estimativas de:

  • ranking;
  • tráfego;
  • backlinks;
  • qualidade geral do site.

Acho que podemos concordar que é bem arriscado basear nossas decisões 100% nessas ferramentas, certo?

Como escolher

Como escolher

Bom, se a nossa conclusão é que os dados que vamos receber desses provedores não são confiáveis, como fazer então?

Abrimos mão de ferramentas? Trabalhamos no escuro?

Naturalmente que não.

Mas se o seu projeto de SEO está no começo, e sua empresa precisa de indicadores, auditorias e monitoramentos iniciais, qual a melhor solução? Quem escutar?

O Google.

Ainda que o gigante das buscas não abra a caixa preta, ele sabe que precisa ajudar os responsáveis por websites.

Afinal, toda a reputação do buscador vem disso. Ele entrega sites e conteúdos bons para as pessoas.

E se ele não ajuda as empresas e donos de sites a entender o que é um site e um conteúdo bom, fica complicado.

Para tanto, o Google traz vários canais para nos ajudar a acompanhar atualizações e novidades em relação à sua ferramenta de busca:

Esses são só alguns. Existem muitos outros.

Mas falávamos de ferramentas, certo?

Sim, e aqui temos o Google Search Console:

Site Google Search Console

Se você me perguntar por qual solução começar, eu sugeriria considerar essa mesmo.

A melhor ferramenta: Google Search Console

Ok, tenhamos cuidado com a expressão “a melhor ferramenta”.

Afinal, o Search Console não faz tudo. E o Google também não nos entrega tudo de bandeja.

Então sim, seu site irá precisar de outras ferramentas.

Só que, para aquelas empresas começando com SEO, usando somente Google Analytics, eu recomendo fortemente esgotar essa ferramenta do Google, e depois ir para outros provedores.

E como começar?

Primeiro, acesse a ferramenta. E siga os passos descritos para fazer a instalação.

Agora, olhemos rapidamente para alguns pontos que o Google Search Console irá te ajudar:

  • desempenho;
  • cobertura;
  • facilidade de uso em dispositivos móveis;
  • ações manuais;
  • links.

Sim, se você olhar a interface do Google Search Console verá que existem outras opções:

Google Search Console - interface

No entanto, como falamos, a idéia aqui é abordar como começar.

Ou seja, vamos considerar os recursos mais iniciais da ferramenta, para evitar que você precise de conhecimento técnico para usá-la.

Desempenho

Nessa aba do Search Console você encontra dados de performance do seu site nas buscas do Google, considerando alguns indicadores mais importantes:

  • total de cliques: total de cliques nas suas páginas que foram exibidas nos resultados de busca;
  • total de impressões: total de vezes que as suas páginas foram exibidas nos resultados de busca;
  • CTR média: média da taxa de clique, ou seja, da razão entre o volume de cliques e o volume de impressões.
  • posição média: média do lugar em que os resultados apareceram no Google.
Google Search Console - desempenho

Na parte de cima, você pode aplicar filtros para mostrar resultados mais específicos:

  • tipo de pesquisa: web, vídeos, imagens ou comparar entre os tipos;
  • data: exibir resultados segmentados dos últimos 16 meses;
  • outros: consulta (palavra-chave): página, país, dispositivo ou aspecto da pesquisa.
Google Search Console - desempenho filtros topo

E na parte mais inferior, você pode alternar a visualização de performance entre consultas, páginas, país, dispositivo ou aspecto da pesquisa:

Google Search Console - desempenho filtros inferiores

Para todas essas visualizações, você poderá avaliar os dados de performance já citados: cliques, impressões, CTR, posição.

E o que fazer com esses dados? Acho que você já sabe:

  • ver quais os termos que geram mais impressões e cliques;
  • ver quais as páginas com mais impressões e cliques;
  • ver as posições médias;
  • ver os dispositivos mais relevantes.

Com essas informações que o próprio Google te dá, sua empresa consegue orientar a otimização do seu site e produção de conteúdo de forma mais adequada.

Cobertura

Essa seção do Search Console pode gerar para seu site demandas mais técnicas (que irão exigir a intervenção de um desenvolvedor), mas é importante acompanhar esses status.

Esse recurso basicamente informa se as suas páginas estão no índice do Google ou se há algum problema de indexação.

Ou seja, deixar de checar a cobertura pode fazer com que o seu site esteja fora do buscador e você não saiba.

Na interface primária, você verá os seguintes itens:

  • erro: páginas com algum tipo de erro impedindo a indexação;
  • válidas e com avisos: no índice, mas com algum problema;
  • válidas: páginas incluídas com sucesso;
  • excluído: páginas removidas do índice do Google.
Google Search Console - cobertura

Selecionando todos os 4 itens do topo, basta rolar para baixo e você verá detalhes dos possíveis problemas:

Google Search Console - cobertura detalhes

Para mais informações de um dos detalhes, basta clicar no mesmo.

Por exemplo, na tela acima, se clicarmos na sexta linha (excluída pela tag “noindex”), veremos o seguinte:

Google Search Console - cobertura detalhes informações

Caso o Search Console aponte essas informações como um erro ou você tenha curiosidade em entender mais, basta clicar no botão “saiba mais” no início da página.

Ele levará você para uma página de ajuda com mais detalhes de como corrigir o erro, se for necessário.

Facilidade de uso em dispositivos móveis

Você sabe do crescimento do uso da internet nos celulares.

E também como muitos usuários não usam só whatsapp e jogos, mas também acessam sites e buscam informações pelo smartphone.

E o Google também sabe disso. E como ele quer entregar a melhor experiência para o usuário, ele oferece esse diagnóstico do seu site para dispositivos móveis.

Aqui você verá duas informações sobre as duas páginas:

  • erro: páginas com problemas na versão mobile;
  • válidas: páginas ok para a versão mobile.
Google Search Console - facilidade de uso em dispositivos móveis

Rolando para baixo, é possível ver mais detalhes sobre os diagnósticos:

Google Search Console - facilidade de uso em dispositivos móveis detalhes

Vai corrigir? Sem problema. Clique no item com erro para detalhar ainda mais e solicitar uma revalidação do Google:

Google Search Console - facilidade de uso em dispositivos móveis - validar correção

Você pode ainda, também, testar a página pelos olhos do Google.

Para isso, basta clicar na linha da página desta seção e ir em “testar a página ativa”:

Google Search Console - facilidade de uso em dispositivos móveis - testar página ativa

Esse teste enviará você para outra ferramenta do Google, que permite fazer testes rápidos de responsividade:

Google Search Console - teste de compatibilidade com dispositivos móveis

Acompanhe sempre esse relatório do Google Search Console, a fim de confirmar se o seu site está devidamente otimizado para dispositivos móveis.

Ações manuais

Como você deve saber, o Google possui diretrizes claras para quem deseja colocar o site na busca.

O princípio básico dessas diretrizes é que não se deve enganar o algoritmo e o usuário.

Ou seja, seu site deve aparecer na busca porque ele entrega uma boa experiência e tem um bom conteúdo.

Agora, se sua empresa se valeu de táticas escusas para conseguir ranquear melhor (compra de links, conteúdo superficial, cloaking, etc), então você está burlando as regras do buscador.

Nos últimos anos, o Google otimizou seu algoritmo para identificar automaticamente essas táticas escusas, e já desvalorizar os sites que as usam.

Ou seja, na maioria das vezes, as “punições” do Google são automáticas e não mais manuais.

Mas pode ser que sim, você sofra uma ação manual.

Ou seja, uma punição feita por um analista de spam do Google que identificou que seu site está tentando burlar as regras de pesquisa.

Google Search Console - ações manuais

A boa notícia?

Se sua empresa está concentrada em fazer um bom site e um bom conteúdo, as chances de uma ação manual ocorrer são mínimas.

Então sim, acompanhe esse relatório. Mas, mais importante do que isso, não tente quebrar as diretrizes de qualidade do Google.

Links

Como você provavelmente já sabe, o que fez o Google ser o Google foi o seu algoritmo Pagerank, que basicamente considera a quantidade e qualidade de links de outros sites apontando para o seu.

A lógica desse fato é muito simples: se as pessoas apontam para as suas páginas, elas devem ser boas.

Por essa razão, em cenários mais competitivos, é bastante difícil conseguir ranquear bem na busca se o seu site não tem links externos.

Com isso em mente, o Search Console também ajuda você a conferir a sua situação nessa frente:

Google Search Console - links

Observe que esta tela oferece as seguintes opções:

  • links externos > principais páginas vinculadas: são as páginas do seu site com mais links externos (de outros sites);
  • links internos > principais páginas vinculadas: são as páginas do seu site com mais links internos (do seu site para ele mesmo);
  • principais sites com links: são os sites que mais possuem links apontando para as suas páginas;
  • principais termos com links: são os “textos-âncora”, ou seja, os termos que contém os links apontando para o seu site.

Lembre-se que, quando falamos de menções, principalmente externas, a máxima é a relevância.

Ou seja, considere alguns pontos:

  • as minhas páginas mais importantes estão recebendo links?
  • os links recebidos são naturais?
  • os sites que estão enviando links têm relação com o meu conteúdo?
  • os termos que contém links fazem sentido?

Para fazer isso, você pode entrar em detalhes de cada relatório.

Primeiro, ver quais as suas páginas que estão recebendo links:

Google Search Console - links - principais páginas vinculadas externamente

Veja se os seus conteúdos mais importantes e estratégicos estão nesta lista.

Depois, é possível verificar os sites que enviam mais links:

Google Search Console - links - principais sites com links

Estudos já mostram que é melhor ter mais sites com menos links do que muitos links de alguns sites.

Então avalie:

  • existem sites enviando um número grande de links?
  • os sites são bons? Têm autoridade?
  • eles têm relação com o seu conteúdo? São do mesmo segmento?

Seguindo, não deixe também de avaliar os termos com links:

Google Search Console - links - principais termos com links

Um ponto importante é que o “texto âncora” foi bastante explorado por spammers de SEO no passado.

Por essa razão, ter links exatamente com a mesma palavra-chave foco do seu conteúdo não é o ideal.

Concentre-se no seu usuário:

  • os termos com links fazem sentido?
  • eles introduzem outra página para o leitor?
  • eles são relevantes para o conteúdo?

Use bastante a seção de links do Google Search Console.

Ela é uma das mais subestimadas em termos de estratégia SEO.

Outras ferramentas

Como detalhamos, o propósito primário foi abordar uma ferramenta que pertence ao Google.

Dessa forma, por mais que o cenário de dados de SEO ainda seja nebuloso, pelo menos estamos olhando para como o próprio Google interpreta os dados, ao invés de considerar a visão de ferramentas terceiras.

De novo: isso não quer dizer que soluções de terceiros são ruins. Elas só não são do próprio Google.

Em todo caso, o ponto é que o gigante das buscas também traz outros dispositivos que podem ser úteis para rotinas de SEO.

Embora não tão completas como o Google Search Console, essas ferramentas também podem contribuir para ajudar a colocar suas páginas no topo das buscas:

  • Page Speed Insights;
  • Teste de compatibilidade com dispositivos móveis;
  • Web.dev.

Page Speed Insights

Velocidade de carregamento é um item indiscutível de qualquer bom site.

Com a melhoria das conexões ao longo dos anos, os usuários sabem bem que páginas adequadas deveriam carregar rápido.

Então, se o seu conteúdo leva mais de 3 segundos para carregar, é certo que as pessoas não vão esperar.

Pensando nisso, o Google oferece essa ferramenta, que pode ser usada em qualquer site:

PageSpeed Insights

Olhando mais de perto a análise, é possível ver os seguintes itens:

  • dados de laboratório: são os números de referência para avaliar a velocidade da sua página;
  • oportunidades: principais pontos que podem ser melhorados para o seu site ficar mais rápido;
  • diagnóstico: outros pontos verificados pela ferramenta e que precisam de atenção;
  • auditorias aprovadas: itens para os quais o seu site já está adequado.

Muitos dos pontos que o PageSpeed irá apontar são mais técnicos, ou seja, se você atua como gerente ou analista de marketing, possivelmente terá de alinhar com a equipe de desenvolvimento para fazer as correções.

Faça então o teste regularmente e aproveite as oportunidades de melhoria que essa solução oferece. O seu site agradece.

Teste de compatibilidade com dispositivos móveis

Essa ferramenta nós já mencionamos, visto que ela está atrelada à seção “facilidade do uso em dispositivos móveis”.

Ainda assim, você pode sim usá-la diretamente, sem ser pelo Google Search Console:

Teste de compatibilidade com dispositivos móveis

E, digitando seu site, você visualiza a tela que já mostramos:

Google Search Console - Teste de compatibilidade com dispositivos móveis

Como já falamos, você pode acessar as recomendações da ferramenta, sendo direcionado para o Google Search Console.

Embora este seja um recurso mais simples, ele é mais um esforço do Google em ajudar desenvolvedores de sites.

Web.dev

Esta é uma ferramenta mais recente, e que possui um escopo mais abrangente das já citadas.

Enquanto PageSpeed e o Teste de Compatibilidade abordam velocidade e responsividade respectivamente, o Web.dev entra também em outros méritos:

web.dev

Os méritos são:

  • performance: auditar se as suas páginas carregam rapidamente;
  • acessibilidade: verificar se o seu conteúdo é acessível para o público;
  • melhores práticas: conferir se você segue padrões ideais para ter um bom site;
  • SEO: validar se o seu site segue melhores práticas para ser encontrável.

Tal qual as soluções já citadas, esta ferramenta também irá trazer inputs mais técnicos.

Ou seja, faça o diagnóstico e converse com a sua equipe de desenvolvedores para avaliar o que pode e o que vale a pena gastar energia.

Não fique obcecado com ferramentas

Não fique obcecado com ferramentas

Embora tenhamos tentado deixar isso claro no início do conteúdo, vale ser redundante neste ponto.

Note que mesmo falando de uma ferramenta só – no caso, o Google Search Console -, foram necessárias várias introduções e conceitos ao longo do texto.

E, se você quiser ser curioso e procurar por ferramentas de SEO, vai encontrar uma lista extensa, provavelmente considerando as seguintes:

  • SEMRush;
  • MOZ;
  • Majestic;
  • Ahrefs;
  • DeepCrawl;
  • Screaming Frog;
  • Ubbersuggest;
  • Siteliner;
  • etc, etc, etc.

E não, essas ferramentas não são iguais.

E sim, você vai ter que estudar e aprender a mexer em cada uma. E vai demorar.

Então, considere essa dica de ouro: antes de considerar qualquer ferramenta (mesmo o Search Console), faça as seguintes perguntas:

  • qual conteúdo meu público está buscando no Google?
  • e como eu posso oferecer esse conteúdo da melhor forma possível?

Estamos falando de ter um bom conteúdo e um bom site. Sempre focado no seu público. No seu usuário. Na sua persona.

Enfim, em quem gera receita para a sua empresa.

Faça isso primeiro. Avalie o seu site. Veja se ele realmente entrega valor.

Se sim, tudo certo. É hora de partir para as ferramentas.

E aqui, também vá com calma. Comece pelas ferramentas do Google.

E depois, sim, sua empresa pode começar a experimentar outras soluções e ferramentas de SEO.

Vamos colocar a mão na massa com SEO?

Agora que você já sabe qual a melhor ferramenta de SEO, possivelmente está se perguntando como começar.

E uma das perguntas mais comuns nesse momento é saber qual o investimento necessário para fazer SEO.

Que tal aproveitar e ler esse nosso texto sobre quanto custa fazer SEO? Não deixe de comentar também!

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