SEO em 2019: 10 dicas para preparar sua empresa

Um novo ano vem aí, e todos nós teremos novas oportunidades de estruturar o marketing digital das nossas empresas para gerar mais resultados.

Só que, infelizmente, existe uma boa chance do SEO ficar de fora das suas estratégias em 2019.

Isso porque você provavelmente estará olhando para as “tendências” do próximo ano, que são realmente interessantes, mas que são ainda muito novas para a maioria dos negócios:

  • inteligência artificial;
  • growth hacking;
  • chat bots;
  • busca por voz;
  • automação de marketing;
  • inside sales;
  • dentre outros!

Quer dizer que você não deve prestar atenção à estes tópicos acima? Claro que deve.

O que estou querendo dizer é que este post não é mais um artigo sobre as tendências de SEO para o próximo ano.

O que vamos discutir aqui são as abordagens que você já deveria estar aplicando no seu negócio para conquistar posições no Google, mas ainda não está.

A boa notícia? Muita gente ainda não se tocou para esses pontos.

Então, no próximo ano, você terá uma chance de sair na frente. Vamos lá?

SEO em 2019 vai mudar pouco

SEO em 2019 vai mudar pouco

Se você não acreditou quando eu disse que este não era um artigo sobre tendências, permita-me ser explícito.

O objetivo do Google, desde sempre, é ajudar o usuário.

Por uma razão muito simples: ajudando quem busca, o Google conquista autoridade, domina o mercado de pesquisas online e depois vende isso para os anunciantes.

Você acha que, se o maior buscador do mundo mudar essa lógica, ele ainda vai liderar o mercado?

Não né?

E pode ter certeza, existem muitos outras ferramentas por aí tentando tomar a liderança — já ouviu falar de Bing, Yahoo!, DuckDuckGo e outros?

Diante disso, não importa o quanto o Google vai mudar seu algoritmo, introduzir novos recursos na página de resultados de busca, aplicar busca por voz, etc, etc. Ele ainda vai querer ajudar o usuário.

E o que isso interessa para sua empresa?

Esse cenário deixa claro que, se você ainda não fez o básico, precisa fazer agora: focar no usuário, entregar conteúdo de qualidade, facilitar a navegação no site e conquistar reputação online.

Então, reiteramos: esqueça os “hypes” do SEO. Foque no básico e saia na frente.

As empresas ainda não fazem o básico

As empresas ainda não fazem o básico

Quando falamos de “básico”, estamos falando dos 3 pilares de uma estratégia SEO.

Esses pilares são, basicamente:

  • experiência do usuário (otimização do site);
  • autoridade (produção de conteúdo);
  • reputação (conquista de links externos).

O que a sua empresa deve fazer, de forma simplificada, para atender a esses 3 pontos, é:

  • ter um bom site e blog (rápido, que funcione no celular e que seja fácil de navegar);
  • ter um bom conteúdo (que responda o que usuário quer, seja único e robusto);
  • conquistar links de outros sites (sites que tenham uma alta autoridade de domínio).

Parece simples, não é? Mas muita gente ainda não olha para isso.

Muito pelos motivos que já citamos aqui – de se preocupar demais com “tendências” – mas também pelo fato de que muitos negócios subestimam o potencial das buscas.

Nesse ponto não estamos falando de tendência.

Estamos estabelecendo um fato: as pessoas não perguntam mais para as empresas. Elas perguntam para o Google.

Então, seu negócio precisa aparecer na busca, ou o seu concorrente irá aparecer.

Falemos então das 10 formas de preparar sua empresa para abordar o SEO em 2019.

1. Velocidade

O tempo da internet discada ficou para trás.

E mesmo se você pensar no acesso pelo celular, onde a conexão era ruim, isso também já é passado.

Ou seja, quem faz uma pesquisa está acostumado a ter respostas rápidas.

E isso o nosso amigo Google já sabia há mais de 20 anos.

Será que a opção do Google em não colocar nada na página de busca (só a logo e o campo de pesquisa), e ainda ter um layout retrô (links azuis, fonte padrão) é uma decisão de design?

Não. O foco é performance. Carregamento rápido. Resposta instantânea.

Só que aí o usuário clica no resultado de busca, entra na página no seu site e ela demora a carregar. O que acontece? Ele sai do seu site.

E pior, o buscador percebe isso, usando indicadores como taxa de rejeição e tempo na página.

O que ele traduz com esse cenário é que sua empresa está irritando o usuário. E então, o Google joga o seu resultado para baixo.

Se você não se convenceu, veja como a velocidade da sua página pode impactar suas vendas (aqui link da pesquisa):

Gráfico - Taxa de conversão x Tempo de carregamento

Faça o teste você mesmo. Abra o seu site no celular e em vários computadores.

O carregamento é rápido o suficiente? Se você fosse cliente, esperaria?

Como melhorar a velocidade do site

Sorte nossa, o Google quer ajudar.

E ele traz alguns recursos bacanas para você melhorar o seu contexto:

Vale acessar depois e navegar pelos recursos.

Mas até lá, algumas dicas rápidas:

  • invista em uma boa hospedagem. Não adianta ter um site leve se o seu servidor é ruim. Chame a turma da TI e resolva isso. Se ficar caro, faz parte. O investimento se pagará.
  • descarte o lixo do seu site. Vídeos e imagens são bacanas. Mas eles são necessários? Ajudam a vender? Se não, tire.
  • otimize o código. Pegue no pé de quem desenvolveu o site. Dá para ficar mais rápido? Podemos melhorar ainda mais a performance?
  • teste, teste, teste. Depois de cada melhoria. Faça novos testes. Use as ferramentas do Google. Pergunte aos seus usuários.

Garanta um site rápido e você irá agradar tanto aos seus visitantes quanto ao Google.

2. Responsividade (Mobile-first)

Se você usa o Google Search Console, (e se não usa, passou da hora), provavelmente já deve ter recebido a mensagem abaixo:

Mobile first - Google Search Console

Alguns pedaços da mensagem para esclarecer o contexto:

“Talvez você veja mais tráfego do Googlebot para smartphones nos seus registros por causa dessa ativação.”

“….o Googlebot fará a indexação e a classificação usando a versão do site para esse tipo de dispositivo. Assim, será mais fácil para nossos usuários encontrarem o que procuram, já que a maioria deles navega com dispositivos móveis.”

“Nossa análise indica que as versões do seu site para computador e para dispositivos móveis são semelhantes.”

Vamos analisar um pouco essas frases.

Primeiro, quem está falando é o próprio Google. Não é uma ferramenta terceira, nem um especialista.

Então acho que vale levar a sério, certo?

Segundo, frisemos alguns pontos:

  • “…talvez você veja mais tráfego do Googlebot…”;
  • “…assim será mais fácil para nossos usuários encontrarem o que procuram…”;
  • “…as versões do seu site para computador e dispositivos móveis são semelhantes…”;

Traduzindo, respectivamente:

  • o Google vai indexar mais o seu site e entregar mais visitas para sua empresa;
  • seu site possivelmente será mais priorizado nas buscas;
  • você garantiu uma boa versão tanto no computador quanto no celular.

Por que isso é importante?

Hoje cerca de 60% das buscas no Google são feitas em dispositivos móveis.

E, novamente, o buscador quer ajudar quem busca. Então, se o seu site não funciona direito no celular, você vai perder potencial de ranqueamento.

Por outro lado, se ele não só funciona, mas possui coerência entre as versões desktop e mobile, a ferramenta de busca irá enviar a mensagem que mostramos mais acima, e também poderá privilegiar seu negócio no ranking.

Como otimizar seu site para Mobile First

Aqui o Google também traz ferramentas que podem ajudar:

Usando-as ou não, a coisa aqui é bem mais simples.

Saque seu smartphone e abra seu site. É fácil de navegar? O conteúdo é legível? Alguém que cairia de pará-quedas consegue achar o que procura?

Agora vá até um conhecido que não sabe direito o que sua empresa faz e peça a ele para fazer o mesmo teste (usando o smartphone dele).

Provavelmente você identificará problemas (oportunidades, na verdade).

E comece a se aproveitar desse contexto:

  • invista em um site responsivo (que se adapta ao dispositivo, ao invés de versões separadas para cada um);
  • pense no usuário. Como ele usa o dispositivo? Qual o conteúdo que ele deseja ver no celular?
  • mantenha coerência entre as duas versões. Lembre-se que isso é necessário para que o Google ative o mobile-first indexing para o seu site (o que pode trazer mais ranking).
  • novamente, teste, teste, teste.

3. Intenção de busca

Permita-me resumir esse tópico em uma frase:

“Não é o que você busca. É porque você busca.”

O que isso quer dizer?

Quer dizer que tão importante quanto a resposta, é o formato daquela resposta.

Tirando um exemplo na prática. Vamos dizer que eu fiz uma pesquisa por “altura everest”. O primeiro resultado é esse:

Intenção de busca - exemplo 01

Agora, vou fazer uma pesquisa por “como escalar o everest”. E o Google entrega isso:

Intenção de busca - exemplo 02

E mais um exemplo. Agora eu pesquiso por “paisagem everest”. Veja os resultados:

Intenção de busca - exemplo 03

Ignoremos o Google por um segundo. Vamos pensar no seguinte:

  • o que eu quero ao digitar “altura everest”? A altura do Monte Everest.
  • o que eu quero ao pesquisar “como escalar o everest”? Um texto me explicando como fazer.
  • o que eu quero com a busca “paisagem everest”. Fotos do local.

A maioria das pessoas está mais familiarizada com os resultados de texto do Google. Os que vimos, acima, no exemplo 02.

Note então, que no primeiro e terceiro exemplos, o Google poderia simplesmente oferecer links de texto, ao invés da altura do pico e das fotos da região.

Mas o buscador sabe que não é isso que o usuário quer.

Ele deseja, respectivamente, a altura do Monte Everest e algumas fotos de lá.

Isso é intenção de busca: fazer conteúdo no formato que o seu público está querendo. E não simplesmente criar textos, imagens e vídeos porque você acha legal.

Crie conteúdo focado na intenção de busca

Digamos que você é um consultor financeiro.

Você sabe que a busca “planilha financeira excel” tem muito volume.

E aí, você vai e cria um texto de 10.000 palavras explicando a importância de ter uma planilha, os itens que ela deve ter e por aí vai.

Mas calma lá. Qual a intenção de busca das pessoas que fazem essa pesquisa?

Provavelmente elas só querem baixar uma planilha. E talvez um vídeo ou texto curto explicando como usá-la.

Então, dicas rápidas:

  • converse com o seu público ou quem lida com ele para entender quais as dúvidas relacionadas ao seu produto e serviço;
  • entenda qual a resposta que eles querem e em qual formato;
  • use o Google. Jogue a dúvida lá e veja quais os formatos que ranqueiam melhor.
  • eu já disse pra testar? Crie conteúdos em formatos diferentes e veja qual se sai melhor.

4. Experiência do usuário

Com certeza você já ouviu falar desse conceito.

Usabilidade, experiência, CRO (otimização de conversão) e afins.

E possivelmente você está pensando:

“Mas isso não tem nada a ver com SEO. Uma coisa é melhorar ranking e conquistar visitas orgânicas e outra é garantir que a pessoa entra no site, navegue e converta”.

Errr….não.

Sim. São disciplinas diferentes. E sim, sua empresa pode precisar de profissionais ou agências diferentes para executar.

Mas elas são complementares. E impactam diretamente uma na outra.

No nosso caso, a experiência do usuário irá interferir totalmente no seu trabalho de SEO.

Tente lembrar de algum site bacana que você acessou recentemente. E faça as seguintes perguntas:

  • o conteúdo do site é legível?
  • consigo escanear rapidamente pelo texto para ver os principais tópicos?
  • a navegação é clara e acessível?
  • o conteúdo responde a minha pergunta?
  • existe uma hierarquia clara na interface? Consigo ir respondendo minhas dúvidas enquanto navego?
  • consigo encontrar tudo que queria? Ou preciso voltar ao Google e pesquisar de novo?

Agora olhe para o seu site e faça as mesmas perguntas.

E por que isso interessa para o SEO? Porque, além de outras variáveis, existem indícios que o “tempo na página” pode interferir no seu ranqueamento.

Em um estudo feito pelo Search Metrics, eles identificaram que a maioria dos 10 primeiros resultados de busca possui um tempo médio na página de 3 minutos e 10 segundos.

Isso quer dizer que todo site precisa ter essa média? Claro que não.

Agora, se considerarmos duas páginas com o mesmo objetivo e focadas na mesma palavra-chave, o parâmetro de tempo na página é válido, certamente.

Vamos voltar ao exemplo que citamos mais acima, “como escalar o everest”.

Veja abaixo, lado a lado, dois resultados que o Google exibe:

Experiência do usuário - exemplos

Vale notar que o resultado da esquerda é muito longo, então cortamos aqui para facilitar.

Vamos observar alguns pontos de cada resultado.

Resultado da esquerda (link aqui)

Aspectos a considerar:

  • conteúdo extenso;
  • conteúdo escaneável;
  • poucos itens na interface;
  • navegação clara;
  • uso de vídeos e imagens;
  • recursos para estimular a navegação.

Resultado da direita (link aqui)

Aspectos a considerar:

  • conteúdo mais curto;
  • conteúdo menos escaneável (parágrafos mais longos, fonte de pior leitura);
  • muitos itens na interface;
  • hierarquia de informação confusa;
  • baixo uso de vídeos e imagens;

Agora faça o seguinte exercício:

Qual dos dois resultados você acha que está melhor posicionado no Google?

Com certeza você falou o da esquerda.

Nele, provavelmente o usuário de comporta seguindo alguns padrões:

  • ele fica mais tempo na página (o conteúdo é mais extenso);
  • ele digere bem o conteúdo (a interface é legível e escaneável);
  • ele segue navegando no site (a navegação é clara e estimula a visitação interna).

Então, trabalhe também o seu site para oferecer esses benefícios.

Foque na hierarquia, na navegação e em uma interface legível e clara, e assim sua empresa garantirá mais engajamento dos visitantes.

5. Conteúdo de qualidade

Marketing de conteúdo já caiu no gosto do mercado.

E, como já falamos aqui, empresas bacanas fizeram um bom trabalho ao explicitar a importância dessa disciplina para os decisores de marketing.

Sendo assim, a necessidade de produzir conteúdo já ficou clara para as empresas.

Mas, infelizmente, só produzir conteúdo não adianta. Ele precisa ter qualidade. Precisa de foco, especialização e otimização.

Estamos falando do triste cenário de diversos negócios que colocaram sua verba em produção de conteúdo durante vários meses e viram zero resultados.

Se você duvida, veja abaixo um gráfico do Semrush para uma empresa que nós acompanhamos fazendo isso:

Conteúdo de qualidade - evolução de tráfego 01

160 visitas orgânicas por mês. Isso é muito pouco no segmento desta empresa.

Veja, por exemplo, um concorrente direto, que foca nas mesmas palavras-chave:

Conteúdo de qualidade - evolução de tráfego 02

O que vale notar aqui é que, a primeira empresa, que teve somente 160 acessos orgânicos em novembro de 2018, investiu em marketing de conteúdo por mais de 18 meses.

O que isso tudo quer dizer? Só produzir conteúdo não adianta. É necessário fazer conteúdo diferenciado.

E se você está se perguntando como fazer isso, voltemos ao seu público. O usuário do seu site.

Ele quer respostas. As melhores respostas. E sua empresa, ao produzir textos, imagens e vídeos, está buscando oferecer essas soluções para as buscas.

Só que aí, você vai e pega alguém que não entende do seu negócio e coloca para escrever um texto curto.

Pense um pouco: se qualquer pessoa (fora da sua empresa) consegue dar uma resposta genérica para uma pergunta, por que um usuário – ou mesmo o Google – vai considerar a sua resposta melhor do que qualquer outra que aparece na busca?

Não vai, né?

Em suma, parta de alguns princípios:

  • quem escreveu esse texto?
  • por que essa pessoa é qualificada para produzir esse conteúdo?
  • o material responde todas as dúvidas?
  • existe algo diferenciado nesse conteúdo? Ou é a mesma coisa que vejo em todos os outros sites?
  • o conteúdo ajuda de fato o usuário? Dá dicas, sugestões, formas de tomar uma atitude em relação ao problema que a pessoa tem?

Imagino que aqui você talvez fique um pouco perdido em como produzir material de qualidade.

Mas é bem mais simples do que parece.

Conteúdo robusto: use seu discurso de venda

Se um cliente procurar você e perguntar algumas coisas sobre:

  • as dores que o seu produto resolve;
  • como seu produto funciona;
  • porque ele é melhor que a concorrência;
  • como comprar;
  • etc.

Você tem a resposta na ponta da língua, não tem?

E eu apostaria que essa resposta está intrinsecamente ligada ao DNA do seu negócio.

Ou seja, você vai abordar as dores e questões do seu cliente através do seu expertise, da sua abordagem particular. Aspectos que a sua concorrência não tem.

Deu pra entender a conexão?

Você tem o conteúdo. Está na sua cabeça ou, no mínimo, na cabeça da sua equipe.

Então pare de enrolar e coloque esse conteúdo no seu site.

Escreva você mesmo, ou peça para o especialista da sua equipe produzir.

No começo será difícil, não vai ficar 100% ideal, mas com o tempo você vai evoluir e conseguirá produzir materiais fantásticos.

O importante é sair da estaca zero, ou sua empresa ficará atrás da concorrência.

Algumas dicas:

  • documente o seu público. Dores, dúvidas, interesses, objetivos;
  • identifique as palavras-chave e intenções de busca;
  • jogue no Google. As respostas são boas? Como a sua resposta pode ser diferente?
  • faça um rascunho rápido de como sua empresa consegue responder de forma mais robusta e mais completa àquela dúvida;
  • agora produza e coloque no seu site!

6. Autoridade

Ainda falando sobre conteúdo, um fato recente que o Google começou a priorizar é a autoridade.

Novamente, a razão disso é que o buscador quer ajudar o usuário, oferecendo resultados de busca robustos e, principalmente, confiáveis.

Considere que você está fazendo uma busca simples, como “como curar dor de garganta”.

O resultado que o Google oferece é esse:

Resultado de busca - autoridade

Observe o primeiro resultado, do site Tua Saúde. Se você entrar no site, verá a tela abaixo (destaque em vermelho nosso):

Autoridade - exemplo de site 01

Agora, vamos dizer que clicamos em outro site. E ao acessá-lo, vemos a tela abaixo:

Autoridade - exemplo de site 02

Como você deve ter notado, o que estamos querendo é o autor. No exemplo do site Tudo Gostoso, se rolarmos mais a tela, chegaremos lá:

Autoridade - exemplo de site 03

Vale notar que o nome do autor, nesse exemplo acima, não é clicável. Ou seja, não existe uma página interna falando mais sobre ele.

Onde queremos chegar afinal?

Este é um exemplo simples, mas estamos falando de saúde.

Você, pessoa doente, vai confiar em um conteúdo de saúde de um profissional da área? Ou vai confiar em um jornalista?

Nada contra jornalistas. Até porque, nada indica que o autor do segundo exemplo seja um jornalista.

A questão é: o usuário quer autoridade. Ele quer alguém que saiba do que está falando. Não só em termos de saúde, mas em finanças, assuntos de casa, assuntos profissionais, etc, etc.

E se o usuário quer, o Google oferece, por todas as razões das quais já falamos.

Agora, se você está pensando que o maior buscador do mundo não se importa com isso, pense de novo.

Sim, o Google entende de autoridade

Muita gente nunca ouviu falar do documento de “Quality Raters Guidelines”, que o buscador formatou para os avaliadores das buscas.

Esses avaliadores são pessoas empregadas pelo Google ao redor do mundo para fazer uma checagem manual dos resultados de busca.

Na prática, eles validam se o algoritmo do buscador está entregando um resultado de qualidade para quem está buscando.

E para fazer isso, claro, eles precisam saber como avaliar.

E é isso que esse documento descreve. Se você tem interesse em entender mais sobre o que o Google entende como uma boa página, recomendo a leitura.

O fato interessante sobre esse documento é que recentemente foi adicionada uma nova seção, que pode ser resumida na imagem abaixo:

Autoridade - Quality Raters Guidelines

Resumindo, o gigante das buscas orienta os avaliadores a observar os seguintes aspectos:

  • a experiência do criador do conteúdo;
  • a autoridade do criador do conteúdo e do site;
  • a confiabilidade do criador do conteúdo e do site.

Ou seja, se quem está produzindo o seu conteúdo não segue os pontos acima, você pode até ter sucesso com os seus materiais, mas dificilmente conquistará mais ranking com eles.

Sendo ainda mais explícito, o documento que citamos aponta claramente que o site deve detalhar quem escreveu o conteúdo e quais são os responsáveis pelo site.

E voltando ao nosso exemplo mais acima. Quem você acha que está na frente nos resultados de busca?

O Tua Saúde, que explicita o autor ou o Tudo Gostoso, que só coloca o nome?

Não se engane. Invista em autoridade e você conquistará posições na busca:

  • garanta que um especialista escreva o conteúdo;
  • se possível, contrate pessoas com autoridade para encurtar o caminho (pessoas com títulos, com páginas na Wikipédia, no sistema Lattes, com trabalhos publicados online, etc);
  • explicite quem escreveu o conteúdo;
  • deixe claro no site quem é o responsável pelos materiais. Inclua títulos, conquistas, experiência, etc.

7. Otimização (e limpeza) de conteúdo

Já falamos aqui sobre a importância de produzir conteúdo de qualidade e também da autoridade associada a essa produção.

Só que, principalmente em tempos onde o marketing de conteúdo está na boca do povo, um erro muito comum em vários projetos de SEO é a falta de otimização do conteúdo.

Vamos pegar um exemplo prático. Pesquisemos com “tendências marketing 2010”.

O que essa busca retorna:

Conteúdo desatualizado - exemplo 01

São conteúdos de 2009 para 2010. E estamos agora entrando em 2019.

Será que alguém acessa esse conteúdo? Ele gera tráfego?

E mais importante: o que o seu usuário pensa quando vê o seu site com esse tipo de texto? E o Google?

Nesse caso, estamos falando de conteúdo datado.

Mas pode acontecer também de vermos conteúdo que precisa de ajustes, devido à mudança de contexto.

Você provavelmente sabe que muitas revistas do Grupo Abril foram canceladas, dentre elas a Playboy.

Mas quando buscamos por “assinar playboy”, na primeira página temos resultados dessa forma:

Conteúdo desatualizado - exemplo 02

Não tem muito segredo aqui. Lembre-se da premissa: “o Google quer ajudar o usuário”.

E se o seu site traz o risco de entregar um conteúdo desatualizado para o seu visitante, será que o buscador vai te priorizar?

Otimizando o conteúdo

Primeiro, é preciso lembrar que “conteúdo” não são só artigos do seu site ou blog.

Conteúdo é o que é exibido em qualquer página da sua empresa, seja ela explicando alguma coisa ou mostrando um produto.

Agora, volte ao básico:

  • sua persona;
  • as dores;
  • os interesses;
  • os objetivos;
  • palavras-chave buscadas;
  • intenções de busca;
  • como sua empresa pode ajudar;
  • como deve ser o seu conteúdo.

Em seguida, faça o trabalho de formiguinha:

  • crie uma planilha e liste todas (sim, todas) as páginas do seu site;
  • defina um objetivo e uma palavra-chave para cada página;
  • usando o Semrush, veja em qual posição esse conteúdo está para a palavra escolhida;
  • usando o Google Search Console ou Google Analytics, liste o tráfego que essa página já recebe.

Com essa lista, faça a análise:

  • o conteúdo está atualizado? Ou está datado?
  • o conteúdo ainda é relevante para minha empresa? Ou não tenho mais esse produto ou não quero mais atrair esse tipo de tráfego?
  • documente o que fazer: atualizar, mesclar, redirecionar ou deletar.

Vamos dar algumas dicas rápidas:

Quando atualizar o conteúdo:

Siga a análise:

  • a página tem tráfego?
  • está indexada e bem posicionada?
  • mas o conteúdo pode ser melhor e subir de posição?
  • atualize (coloque imagens, vídeos, inclua mais texto).

Quando mesclar o conteúdo:

Pontos de atenção:

  • você tem mais de um conteúdo com o mesmo objetivo?
  • com a mesma palavra-chave?
  • um deles tem menos tráfego e posições do que o outro?
    então mescle.
  • pegue o conteúdo com menos acessos, delete o mesmo e incorpore o material na página com mais potencial.
  • claro, se o texto com menos tráfego ainda tiver um volume razoável, faça um redirecionamento 301.

Quando redirecionar o conteúdo:

Avalie:

  • novamente, existem dois conteúdos com o mesmo propósito e mesma palavra-chave?
  • só que um deles é muito curto, superficial ou difícil de ser melhorado?
  • e ainda assim ele tem visitas?
  • delete esse texto pior, e faça um redirecionamento 301 para o melhor.

Quando deletar o conteúdo:

Observe os pontos:

  • o tema do conteúdo se refere à algo que sua empresa não aborda mais?
  • o texto bate em assuntos ultrapassados?
  • o conteúdo é raso e curto?
  • ele não recebe nada de tráfego?
  • então delete o material, sem dó.

Não tenha medo de reduzir o seu conteúdo

Sim, eu sei o que você está pensando.

“Então vou jogar fora anos de trabalho de produção de texto e centenas de artigos?”

Vai.

E aqui você vai questionar também:

“Mas não vou perder tráfego com isso?”

Se fizer bem feito, não, não vai.

Usemos o site da Flammo como exemplo.

Desde que mudamos o nosso foco para SEO, alguns textos que tínhamos por aqui ficaram irrelevantes:

  • redes sociais;
  • automação;
  • email-marketing;
  • ferramentas de vendas;
  • dentre outros.

Fora isso, no nosso blog tínhamos vários artigos abordando palavras-chave iguais e com o mesmo objetivo.

O que fizemos então? Retiramos do ar cerca de 126 artigos (e seguimos retirando mais).

Otimização de conteúdo - excluir conteúdo

E isso impactou nosso tráfego? Veja por você mesmo:

Evolução tráfego orgânico - site Flammo

Ou seja, funciona. E nós somos o exemplo real disso.

Então, aplique esse raciocínio no seu site:

  • se você está começando a agora, já planeje uma rotina para otimizar o conteúdo;
  • se o seu site já tem muitas páginas, comece a revisar tudo para conquistar mais tráfego.

Não se engane. Em 2019 o que certamente não vai mudar é o grau de exigência do seu público em relação às suas respostas, e, consequentemente, também do Google.

8. Link building estratégico

Backlinks são links de outros sites apontando para o seu.

Basicamente, são “votos de confiança” que outras empresas oferecem para a sua.

Como você deve saber, a existência e rastreamento desses links é uma das bases do algoritmo do Google, que busca entender a reputação de cada site.

Ou seja, se um site tem muitos links externos (ou backlinks) ele tem mais reputação e ganha mais posições no Google. Do contrário, ele não ganha.

Isso ficou comprovado em um estudo realizado com a participação do Brian Dean:

Gráfico - backlinks x posição no Google

O que o gráfico acima explicita é que:

  • quanto mais backlinks, maior o potencial do seu site ficar em primeiro na busca.
  • quanto menos, mais para baixo nos resultados você aparece.

O que isso tudo quer dizer é: você, seu site precisa de backlinks.

No mercado de SEO, esse trabalho de aquisição de “votos de confiança” é chamado de link building.

Conquistar links não é fácil

Por que o algoritmo do Google dá tanto valor aos backlinks?

Porque é difícil conseguí-los.

Normalmente, os backlinks caem nas seguintes categorias:

  • orgânicos: conseguidos por ter conteúdo robusto e de qualidade;
  • conquistados: adquiridos através de um trabalho ativo de link building.
  • comprados: links conquistados através de pagamento (NÃO FAÇA ISSO!)

E vale também apontar alguns pontos importantes sobre links externos:

  • nem todo link é igual;
  • um link de um site com autoridade (um portal de conteúdo) vale mais do que um link de um blog sem acessos (ou seja, um link pode valer por 100 outros);
  • links escusos (sites que distribuem vírus, sites de pornografia, etc) podem prejudicar o seu site;
  • o ideal é ter links de diferentes domínios, ao invés de vários links de um só;
  • a posição (no topo do site ou no rodapé, por exemplo) e o formato (texto âncora, link por extenso, etc) do link faz diferença também.

No fim das contas, a dificuldade de ter um bom trabalho de link building é proporcional à sua importância.

É muito difícil de fazer, não existem atalhos e, se você consegue fazer bem feito, os resultados são fenomenais.

Vejamos algumas dicas de como começar:

Dica 1 de backlinks: monitore os seus links

Se você não mede, não tem como otimizar certo?

Considere ferramentas como o Semrush, Ahrefs e o Google Search Console.

Elas irão listar para você os links externos ao seu site.

Links externos - Google Search Console

Avalie as 3 ferramentas e veja qual delas te apetece mais.

Só não deixe de acompanhar a qualidade e quantidade desses links.

Dica 2 de backlinks: produza conteúdo que atraia links

Já falamos de conteúdo de qualidade aqui.

Conteúdo que responde o que o usuário quer de forma completa e detalhada.

Agora, conteúdo que merece links externos é um outro nível de material.

Estamos falando de algo que todos procuram e que é difícil de achar.

Na prática:

  • pesquisas;
  • guias robustos;
  • comparativos;
  • ferramentas;
  • simuladores;
  • etc, etc.

Como fazer isso? Do mesmo jeito que você produziria conteúdo de qualidade.

Veja as dúvidas do seu público. Aquelas bem complexas.

Agora levante as respostas disponíveis online. Como você pode responder de forma mais robusta?

Produza o conteúdo e promova (redes sociais, email-marketing, etc).

Se o material for mesmo relevante, ele atrairá links.

Dica 3 de backlinks: faça assessoria de imprensa (online)

O poder de uma boa assessoria de imprensa é inegável.

Essas empresas conquistam uma visibilidade poderosa, trazendo uma grande economia de publicidade e ótimos resultados de reputação.

O problema é que a maioria delas ainda segue o viés tradicional de mídia. Aquele consolidado em canais como:

  • televisão;
  • rádio;
  • revista;
  • jornal.

Como você sabe, esses canais não possuem links. Não oferecem o potencial de navegação entre textos presente na internet.

Então, é muito comum uma boa assessoria conseguir emplacar uma matéria em um canal relevante (um grande portal ou um blog bem visitado), mas esse conteúdo não ter links.

Um exemplo? Veja a matéria abaixo (tela editada para facilitar visualização e com destaque nosso):

Site sem backlinks - exemplo

É bem provável que aqui tenha ocorrido uma rotina de assessoria de imprensa, onde o veículo fez contato com os assessores dessa especialista.

Observe, porém, que não existe nenhum link no nome da fisioterapeuta.

Isso seria plausível, claro, afinal, pode ser que ela não tenha um site ou um blog.

Só que ela tem:

Possibilidade de link externo

O que pode ter acontecido então?

A assessoria enviou um texto com link mas o veículo não publicou:

  • nesse caso, é necessário manter o relacionamento com o canal.
  • a assessoria deve monitorar a publicação e solicitar ao editor para incluir o link.

A assessoria não enviou o link no texto:

  • aqui, ou sua empresa ou os assessores devem monitorar as menções à sua marca.
  • isso é bem fácil de fazer usando o Google Alerts.
  • ao identificar uma menção, é necessário fazer contato com o veículo e ver se é possível incluir o link.

Dica 4 de backlinks: descubra canais e experimente

No fim das contas, a lógica de ter links externos não é diferente daquela de networking.

Estamos falando de descobrir canais, relacionar com eles e conquistar indicações.
Então, ou você ou a sua assessoria de imprensa, devem:

  • mapear os concorrentes;
  • mapear portais, blogs e outros canais do seu segmento;
  • identificar indexadores do seu segmento (como por exemplo, Trip Advisor para hotéis);
  • relacionar com essa turma;
  • descobrir quem cuida do canal, se você pode ajudar, e como conquistar reputação junto a esses sites.

Dica 5 de backlinks: cuidado com estratégias escusas

Recomendo ler o que o Google fala sobre “esquemas de links”.

Nesse documento, o buscador detalha alguns pontos que violam as suas diretrizes de qualidade:

  • compra ou venda de links;
  • troca de links entre sites;
  • fazenda de links;
  • criação de sites falsos para gerar links;
  • dentre outros.

Sim, você vai encontrar profissionais e agências que burlam esses aspectos e conseguem resultados, aparentemente, até hoje, sem punições.

E, de fato, a lógica é a mesma de qualquer transgressão: a fiscalização nunca é robusta o suficiente, e sempre tem gente achando novas brechas no sistema.

Mas é possível crescer do jeito certo, sem atalhos e, principalmente, sem riscos.

Então, em 2019, conquiste links do jeito certo. E tenha resultados duradouros.

9. Featured Snippets

Aqui no blog você vai encontrar um texto falando um pouco mais sobre a “posição zero do Google”.

Esses são os famosos “Featured Snippets”.

São basicamente recursos que o Google oferece na página de resultado de busca para agilizar a resposta ao usuário.

Um exemplo simples:

Featured Snippet

Os tipos mais comuns desse recurso são:

  • parágrafo;
  • listas;
  • quadros ou tabelas.

Por que isso é importante?

Porque o Google vai continuar tentando entregar mais valor para o usuário com essas funções.

Ele só consegue fazer isso puxando conteúdo de algum lugar. O seu conteúdo.

E hoje, cerca de 11% dos resultados já exibem um Featured Snippet.

Quando se preocupar com Featured Snippets

A verdade é que esse tipo de recurso e assunto é relativamente avançado.

E, como deixei claro aqui, o objetivo deste texto é abordar o básico, aquilo que você e a sua empresa precisam fazer em 2019.

Então, se o seu site ainda precisa melhorar, fazer conteúdo e conquistar links, de fato, featured snippets não é algo para se preocupar ainda.

Mas se você tem conteúdos e páginas aparecendo nos primeiros resultados de busca, então vale começar a prestar atenção nos Featured Snippets.

Como otimizar para conquistar Featured Snippets

Algumas dicas rápidas para conquistar a posição zero, se o seu site já está relativamente maduro em termos de SEO:

  • usando o Semrush, monitore as palavras-chave relevantes e o seu posicionamento;
  • no painel de posições, você conseguirá ver se existem oportunidades de Featured Snippets;
  • vá ao Google e veja como está o Snippet do concorrente;
  • otimize o seu conteúdo para oferecer uma melhor resposta do que o Snippet atual.

Novamente, esse não é um tópico crucial para 2019.

O objetivo aqui é somente começar a atentar para o crescimento dos Featured Snippets, que casam com o propósito do Google de ajudar o usuário.

10. Use as ferramentas do Google

Quem não gosta de ferramentas?

O grande problema delas é que elas sempre trazem a ilusão de o trabalho se resume a usá-las.

Com certeza, elas facilitam as nossas rotinas, mas de nada adianta ter um martelo se você tenta usar ele para cortar um pedaço de madeira.

É necessário, antes de tudo, saber usar a ferramenta. Saber o problema que ela vai resolver.

E é por isso que deixamos esse tópico por último.

Pagar por ferramentas?

Você deve ter observado que citamos diversas ferramentas ao longo do texto:

Ferramentas de SEO

A maioria delas, para entregar bons resultados, exige que você pague uma mensalidade.

E, principalmente se o seu trabalho de SEO está no começo, haverá a dúvida se o investimento vale a pena.

Mas a grande questão não é nessa.

A questão, que já deixamos claro aqui é:

  • o Google existe para ajudar o usuário.

E o que essas ferramentas fazem? Elas tentam facilitar o trabalho das empresas a atrair o seu público fazendo SEO.

Só que, infelizmente, nada impede que algumas ferramentas ofereçam recursos para “agilizar” o trabalho de SEO, trazendo resultados que nem sempre irão seguir as diretrizes de qualidade do Google.

Por essa razão, o maior buscador do mundo não entrega o ouro para empresas como Semrush e Moz.

Ele não abre a base de dados e explica como o algoritmo funciona.

Então essas ferramentas precisam deduzir, especular e estimar. E elas fazem isso muito bem.

No entanto, o ideal seria escutar o Google, concorda?

Afinal queremos resultados no Google. E não no índice de Ahrefs e outras ferramentas.

O Google quer te ajudar

Por mais que o buscador não queria facilitar que empresas burlem seus resultados, eles precisam do seu conteúdo.

Então, existe interesse por parte do gigante das buscas para ajudar o seu site a melhorar e ajudar mais quem faz uma pesquisa.

Para isso, o Google oferece algumas ferramentas:

Antes de usar qualquer ferramenta paga, coloque essas acima na sua lista.

Todas são gratuitas e trazem insights do próprio Google, e não de empresas terceiras.

Antes de usar qualquer ferramenta:

Você sabe para que um martelo serve.

Mas sabe como usar um carpule? (é uma ferramenta de dentista.)

Pois é. De nada adianta você querer usar uma ferramenta se não sabe para quê ela serve e qual o objetivo do uso.

Então, vale estudar um pouco antes. Entender o que o usuário quer, e, principalmente, o que o Google quer.

E aqui, novamente, o buscador quer te ajudar.

Acesse esse texto. Ele esclarece a visão de SEO por parte do Google (sim, dele, e não de especialistas ou de ferramentas).

Comece por aí e o seu 2019 será bem mais proveitoso em termos de SEO.

Quais as tendências de SEO para 2019?

Tendências de SEO para 2019

Então você leu esse texto todo (ou deu só uma passada de olho) e ainda quer saber o que tem de novo na área de SEO em 2019.

Não tem segredo. Você já ouviu falar e vai continuar escutando:

  • busca por voz;
  • machine learning;
  • mobile first;
  • dados estruturados;
  • snippets;
  • intenção de busca;
  • seo para vídeo.

Só que isso tudo está lá no topo do Everest.

É o SEO extremamente avançado. Coisas que estão fora da realidade de 99,9% das empresas.

Então, sejamos redundantes: pare de se preocupar com o hype. Pare de focar no pote de ouro e pegue as moedas que estão próximas ao seu pé.

O arco-íris é bonito e todo mundo gosta de falar dele.

Mas tentar encontrar onde ele termina (e achar o pote de ouro) nunca funcionou para ninguém. E não vai funcionar para você.

Faça o básico. Melhore o site. Produza conteúdo. Conquiste links.

E, se precisar de ajuda para chegar lá, conte com a gente!

Agora é a sua vez!

Sentiu falta de alguma estratégia de SEO aqui? Ou alguma tendência?

Não seja tímido! Comente (ou critique) abaixo!

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